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Sejudh lança em Ananindeua projeto de autonomia financeira para mulheres vulneráveis

Friday, 26 March, 2021

A primeira etapa do projeto prioriza o acolhimento e a identificação vocacional, visando o acesso ao mercado de trabalho

26/02/2021 19h14 - Atualizada em 26/02/2021 23h58
Por Gerlando Klinger (SEJUDH)

Com o tema “Caminhos para a autonomia e o empoderamento das mulheres no Estado do Pará”, a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) lançou nesta semana o Projeto Girândola, que busca promover a autonomia financeira de mulheres em situação de vulnerabilidade. Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém, foi o primeiro município a receber o projeto, na quinta (25) e sexta-feira (26).

Dividido em várias fases, o “Girândola” realiza, nesta primeira etapa, o acolhimento e a identificação vocacional, tendo como público-alvo mulheres adultas. O objetivo também é a promoção da autoestima e autonomia financeira.

Promovido pela Coordenadoria de Integração de Políticas para as Mulheres (CIPM), da Sejudh, o projeto também visa trabalhar em várias frentes com as mulheres. “Um de nossos compromissos é trabalhar, além do empoderamento financeiro, um acolhimento às mulheres, para que se sintam capazes de colocar em prática suas habilidades, mas, sobretudo, trazer expectativas de melhorias também à saúde mental”, afirmou Márcia Jorge, coordenadora da CIPM.

“Atrás dos sonhos” - Aos 25 anos, com dois filhos e moradora de Ananindeua, Virgínia Macedo está à procura de uma vaga no mercado de trabalho. “No momento em que estamos passando, por conta da pandemia, a gente teve que se reinventar. Muitas famílias ficaram à mercê dessa situação, de não ter como sustentar a casa. Eu vim mesmo para me reinventar e correr atrás dos meus sonhos, enfrentando as dificuldades”, disse Virgínia.

Além de Ananindeua, os municípios de Castanhal (RMB), Bragança (no Nordeste) e Breves (no Marajó) vão receber atividades do Projeto Girândola. A previsão é que 100 mulheres sejam atendidas por município. As atividades contam com o apoio da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Trabalho, do Projeto Fênix, Conselho Municipal da Mulher, Projeto Educar Vidas, Parapaz Mulher, Ong SOMECDH, Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) e Faculdade Esmac, onde foi lançado o projeto.

Foto: Ascom / Sejudh